quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Jogo Escape 60

Que tal transformar seu jogo virtual em realidade?

Já imaginou você e seus amigos trancados em uma sala por 60 minutos, e está sala ser cheia de mistérios, segredos, pistas, esconderijos? Pode imaginar, pular, gritar e ficar feliz da vida, pois para nossa alegria isso existe!! eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee

A brincadeira é assim: Você entra na sala e tem 60 minutos para desvendar o enigma daquele jogo que é chamado de "Escape 60", se não conseguir você e seus amigos serão resgatados. Esse jogo é antigo e foi criado há 3 anos na Ásia, e fez tanto sucesso que se espalhou como um foguete para outros países, e claro, o Brasil não poderia ficar de fora! Sacou?!

Aqui no Brasil os jogos são focados no nosso público, vai saber o que nos aguarda! Estou curiosa, e você? 

A unidade está localizada na Vila Olímpia, e existem seis salas com os temas:  "A Joia da Coroa", "Corredor da Morte", "O Falsário", "O Laboratório do Dr. Mortare", "Operação Resgate" e "Salvem Nossas Almas (S.O.S.)".

É uma experiencia sensorial fantástica, pois tudo é simulado para você sentir como se estivesse na vida real. Fora isso, estimula os participantes a usarem a inteligência emocional, raciocínio lógico, trabalho em equipe e solução de problemas.

Se você se considera um investigador nato, quer colocar suas habilidades em prática, junte no máximo 16 participantes, corre pra lá e se divirta. 

Os ingressos para a atração podem ser adquiridos pelo site escape60.com.br. Mais informações sobre as opções de salas, horários disponíveis e regras do jogo também podem ser conferidas no mesmo endereço eletrônico.



Adolescentes irresponsáveis

Gente, estou passada, como os adolescentes são irresponsáveis. Ontem, eu e um amigo estávamos voltando para casa e um grupo de adolescentes fazendo a maior bagunça na rua, até ai tudo bem. O problema foi na hora de atravessar uma avenida importante de São Paulo.

Simplesmente três meninas sem a menor consciência de atravessar uma avenida não perceberam,, pois estavam bagunçado e elas atravessaram na frente dos carros como se o farol estivesse aberto para pedestres. Uma se assustou e simplesmente ficou parada e os carros desviando dela, foi aquela gritaria. Os amigos, ah...os amigos, começaram a gritar e foi aquele momento transtorno absoluto. Eu simplesmente do jeito que eu estava eu fiquei assustada, e meu amigo também, na hora pensei em minha filha e ele pensou nos dois dele. Ele olhou para mim e disse: "Meu Deusssss, e os pais em casa sem saber o que se passa".

Graças a Deus ninguém saiu ferido, mas foi por bem pouco, eu não queria ver aquela cena. Então, pais orientem seus filhos, essa meninada anda olhando para o celular, eles querem se aparecer para os amigos, não prestam atenção na hora de atravessar uma rua. Cuidado e orientação é sempre importante. E depois que chora somos nós!

Beijinhos 

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Medos

Eu não sei vocês, mas eu sinto medo, tirando o medo de avião, eu tenho medo do novo, medo do que pode acontecer, medo de não saber como agir em situações, medo de estar errando como mãe. Esses medos são horríveis, pois eles nos bloqueiam de levar uma vida mais leve. E percebi isso depois que me tornei mãe, o medo aumentou muito. Na realidade, eu sou muito cagona!

E esse medo está fazendo com que eu não consiga dar liberdade para minha filha. Muitos sabem que sou jornalista e trabalhei durante um tempo no jornalismo policial, e vou contar uma coisa para vocês, o que eu escrevi sobre crimes não foi pouco, era pai que mata filho, filho que mata pai, estupro, de tudo e mais um pouco. Acho que por esse motivo eu não consigo deixar minha filha andar sozinha na rua, não consigo deixar ela ir até a padaria sozinha, saiu da escola tem que ir direto pra casa e de carro (se for à pé eu enlouqueço), pegar ônibus nunca. Me sinto um pouco segura quando ela está com alguma amiga por perto. Pode falar...eu sou louca!

Eu estou me tratando gente, juroooo! Eu ainda não estou comendo grama e nem rasgando dinheiro, mas "tá" quase lá. Mas eu sou legal!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Só eu sou assim? Medo!

Beijinhos



segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Aos adolescentes

Essa carta comoveu-me e também aos meus filhos. Leiam com atenção.
“Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane minha amiga escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais: Eu era uma jovem ‘sarada’, criada em uma excelente família de classe média alta Florianópolis. Meu pai procurou dar-me tudo de bom e o que tem de melhor, inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar. Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agência Kasting e fui até o final do concurso. Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de ‘Floripa’, Coração de Jesus. Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente. Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de amigos para a OKTOBERFEST em Blumenau. Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no ‘Bude’, famoso barzinho na Rua XV. À noite fomos ao ‘PROEB’ e no ‘Pavilhão Galego’ tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco. Aquela movimentação de gente era trimaneira”. Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia e OKTOBER, tomei o meu primeiro porre de CHOPP. Que sensação legal curti a noite inteira ‘doidona’, beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os ‘meganha’, porque menor não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os tários’ não percebiam. Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros.. Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento quase ‘vomitei as tripas’, mas o meu grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles como tensão pré-menstrual. No sábado conhecemos uma galera de S. Paulo, que alugaram um ap’ no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30 h da manhã fomos ao ‘ap’ dos garotos para curtir o restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado’Cigarro de Maconha’, que me ofereceram. No começo resisti, mas chamaram a gente de ‘Catarina careta’, mexeram com nossos brios e acabamos experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora experimentei novamente. O garoto mais velho da turma o ‘Marcos’, fazia carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me,mas não tive coragem naquele dia. Retornamos a ‘Floripa’ mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino ‘DRUGS’. Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem perceber, eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano. Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria. Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não compartilhávamos a seringa e sim, o sangue que cada um cedia para diluir o pó. No início a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível. Comecei a comprar a ‘branca’ a R$ 10,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$ 20,00 a boa, e eu precisava no minimo 5 doses diárias. Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus ‘novos amigos’. Às vezes a gente conseguia o ‘extasy’, dançávamos nos ‘Points’ a noite inteira e depois… farra! O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida… Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas…Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem. Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha família foi se desestruturando. Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação. Aos Adolescentes
Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para tentar reverter o quadro. Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família. Em dezembro de 2007 a minha sentença de morte foi decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me picando, ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha. Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha. Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando, família,amigos,pais, religião, Deus, até Deus, tudo me parecia ridículo. Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los. Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo. Estou internada, com 24 kg, horrível, não quero receber visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca… Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim. OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise, que cuidava de Patrícia, veio a comunicar que Patrícia veio a falecer 14 horas mais tarde depois que escreveram essa carta, de parada cardíaca respiratória em conseqüência da AIDS. ”
Jovens ouçam sempre seus pais. Não estraguem suas vidas por aquilo que não vale a pena.